Os três problemas clássicos da matemática (a duplicação do cubo, a quadratura do círculo e a trissecção do ângulo) fomentaram o desejo de grandes filósofos matemáticos para construir novas ferramentas para resolver a problemática em questão. Tais pensadores como Sócrates, Platão e Aristóteles, defendiam suas idéias com fundamentos aceitos. Aristóteles, por exemplo, defendia que o problema da quadratura surgiu da procura da média geométrica (meia proporcional) mas que isso foi esquecido e só restou o próprio problema. Mesmo não conseguindo resolver esses problemas com os instrumentos usuais (régua e compasso), os gregos conseguiram resolver tais problemas, utilizando novos instrumentos e construções. Isso mostra que a inquietação dos gênios filósofos e matemáticos fez com que surgissem ferramentas fundamentais para os desenvolvimentos de todos os períodos posteriores, ou seja, as idades média, moderna e a contemporânea.
Além dos instrumentos, surgiram também novos teoremas e novas leis matemáticas e físicas. Com isso, os três problemas clássicos, fomentam o incomensurável desejo de possibilidades, pois, a partir de então, houve uma ascensão no que diz respeito a construções geométricas. Noutras palavras, são grandes aliados da engenharia e da arquitetura.
Sendo assim, percebo que fenômeno dessa temática subsidiou grandes descobertas e invenções. Nesse caso, pensadores como Platão e Aristóteles serão sempre lembrados já que eles foram uns dos grandes pensadores que modulou e ainda hoje são citados como referências para a modulação dos mais variados avanços globais.
Referência:
• http://www.bienasbm.ufba.br/M20.pdf
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